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Experimentem gerir a política monetária

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Chair the Fed

Chair the Fed é um jogo que simula a função do Federal Reserve Bank of America. O Fed, como é carinhosamente chamado pelos seus amantes, é uma espécie de Banco Central Europeu (BCE) na versão dos Estados Unidos da América (USA). É a instituição responsável pela política monetárias dos USA e, tal como o BCE, tenta suportar as suas decisões em factos da economia tecnicamente aceitáveis como indicadores as controlar.

O Fed controla a Taxa de Juro diretora, isto é, o preço que cobra aos bancos para lhes permitir a emissão de divida.

  • Se o Fed aumentar a Taxa de Juro, então os bancos pagam mais pelo dinheiro que criam para emprestar aos seus clientes.
  • Se o dinheiro custa mais caro, o consumo faz cair a inflação, mas ao mesmo tempo aumenta o desemprego.

É mais ou menos como o dito brasileiro: “Se correr o bicho pega. Se ficar o bicho come.”

Tentei várias vezes jogar e afundei sempre a economia:

  • ou porque tinha inflação galopante;
  • ou porque tinha desemprego aos molhos.

Sempre que a economia parecia equilibrada, aparecia uma bolha ou uma tragédia grega qualquer que me atirava a economia para as couves.

Já o A.Sousa diz que nunca fui reconduzido, mas acabou perto dos objetivos. Segundo o A.Sousa, o simulador faz uma espécie de média, que torna a coisa mais ou menos impossível de cumprir.

O simulador também não admite taxas de juros negativas, algo que começa a ser uma realidade mais presente com o aumento da desconfiança do setor financeiro.

Pago em lixo?

Ontem, no carro, ouvi mais uma daquelas notícias… Parece que em Campolide, vamos poder receber o equivalente a 2 euros por cada quilograma de lixo reciclado!!! A estupidez da medida é tanta, que nem sei bem se rir ou chorar? O melhor é fazer um bocado de humor:

A primeira análise que se me ocorreu é acabar com a história das tampinhas. Na verdade, para quem coleciona tampinhas, e não recebe nada em troca, o negócio de Campolide é muito melhor. Mesmo para quem recebe as tampinhas e as troca por dinheiro, para uma cadeira de rodas, o negócio de Campolide é um pouco melhor…

Mas, como toda a gente saberá, coleccionar um quilo de tampinhas dá muito trabalho! Como em tudo na vida, o melhor é apanhar um atalho. Como eles pagam ao quilo, o melhor é começar por reciclar coisas pesadas. A mim ocorre-se-me que a melhor opção é levar vidro para Campolide. O vidro é relativamente pesado, e muito fácil de arranjar! Aposto que se faria um bom negócio de intermediação com um qualquer restaurante…

Se não conseguirem arranjar material reciclável, podem sempre arranjar lixo indiferenciado/doméstico. Só paga metade do material reciclável, mas ainda assim é a 1 euro por quilo! Não se esqueçam de meter assim umas coisas pesadas pelo meio, tipo calhaus, mas disfarçados. Porque assim o peso aumenta rapidamente, e recebe mais euros em troca!

Na falta de outras opções, não há nada como fazer uns raides a uns ecopontos. Recicla-se o reciclável, levando-o para Campolide! É verdade que é um exercício que pode ser classificado de nojento, mas só quem não passa perto dos pontos de entrega de lixo não conhece o esquema, infelizmente utilizado por muitos com muitas necessidades. Conseguir uns valentes quilos deve ser um exercício bastante simples!

Se olharem para o site onde isto está anunciado, verão que há um problema: em vez de receberem em euros, receberão na moeda Lixo. Eu até pensava que era ilegal começar a emitir moeda, mas aparentemente, segundo este excelente documento, parece que o que não falta é moeda desta… E neste caso, parece que haverá até 15 mil euros envolvidos na brincadeira!

É claro que há mais problemas: supostamente o dinheiro tem que ser gasto em Campolide, e só pode ser recolhido por residentes naquela freguesia de Lisboa… E só podem produzir 10 quilos de lixo por dia, mas a 20 euros por dia, pode-se teoricamente ganhar mais neste esquema que um ordenado mínimo…

Portanto, se quiserem lucrar com o esquema, terão pelo menos que conhecer alguém dessa freguesia. E depois é mais um negócio de intermediação. Os próximos locais onde aparentemente se vão trocar Lixos por Lixo, são os seguintes:

  • 17 Setembro, 10:00-11:30, Alto de Campolide
  • 17 Setembro, 12:00-13:00, Bairro da Serafina
  • 24 Setembro, 10:00-11:30, Bairro da Bela Flor
  • 24 Setembro, 12:00-13:00, Bairro da Liberdade

O perigo das equações diferenciais

Guido Menzio é um italiano reconhecido. Mas, nesta história, podia ter acontecido a um qualquer investigador português moreno. Guido parece ser adepto do multitasking, e há uma semana, enquanto o seu voo de Filadélfia para Syracuse se preparava para levantar voo, Guido dedicou-se a preparar umas equações diferenciais para uma conferência na Universidade de Queens, em Kingston no Canadá.

A seu lado sentou-se uma loira. Que obviamente não devia perceber grande coisa de matemática. Olhou para os rascunhos de Guido e teve uma indisposição! Saiu do avião a fazer-se de doente, mas contou às autoridades que havia um potencial terrorista a bordo. Tiraram então Guido do avião, para decifrar as seus gatafunhos de potencial terrorista. O resto desta história verídica é um exemplo claro do nosso Mundo moderno…

Não escrevam coisas deste género num avião...

Não escrevam coisas deste género (retirado deste paper de Guido) num avião…

Afinal um círculo no chão não prende um gato

Aqui há uns tempos o A.Sousa trouxe-nos um vídeo que propunha que os gatos não saiam de um circulo desenhado no chão. O vídeo acima prova o seu contrário.

Melhor Mentira do Primeiro de Abril?

Há uma boa colecção de grandes mentiras do primeiro de Abril. Mas a minha preferida, e que serve para comemorar a data, é sem dúvida a do cultivo de spaghetti, emitido pela BBC a 1 de Abril de 1957. Como podem ver abaixo (vão ter que ver mais que uma vez para apreciar verdadeiramente todos os pormenores deliciosos), não estranha que centena de britânicos tenham ligado para a BBC, a quererem também plantar spaghetti:

Matar moscas com sal refinado


falámos do sal no Poupar Melhor por muitas coisas, mas não para matar insetos.

O vídeo mostra a apresentação comercial de um produto que bate todas as soluções de matar insetos que já aqui falámos. Não pela sua utilidade, não pela poupança de tempo e dinheiro, mas porque é a vingança perfeita se uma mosca ou um mosquito se meter com a vossa família.

Sim, porque se um inseto incomodar a minha família, tenho um conjunto especial de ferramentas que adquiri ao longo dos meus muitos anos de experiência. E se esse inseto não nos deixar em sossego, então, vou procurá-lo, e vou encontrá-lo, e vou matá-lo.

Se já são possuidores de uma arma de pressão de ar, então a solução mais barata pode ser adaptá-la a um novo tipo de munição, tal como mostra o vídeo abaixo.

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