O que têm as pessoas interessantes em comum?

Um artigo da Time revelou um estudo sobre o que é que as pessoas interessantes têm em comum. Na verdade, são sete características comuns, que resumimos de seguida:

  • Não ser aborrecido:  Como sugere Scott Adams, criador do Dilbert, ser breve e positivo. E outra sugestão: se quando está a falar, ninguém lhe faz perguntas, o melhor é acabar a história ou perguntar algo a alguém.
  • Saber escutar: Há pessoas que falam pelos cotovelos. As pessoas adoram falar de si próprias, mas o ideal é mesmo deixar falar os outros.
  • Falar dos interesses das outras pessoas: Basta perguntar o que andam a fazer ou quais são os seus hobbies. Se souber algo sobre o tópico, o artigo refere que está 80% lá…
  • Ter 3 boas histórias: Ter 3 boas histórias preparadas para entreter, informar ou que crie um compromisso. É melhor que as histórias envolvam pessoas e não coisas.
  • Não esquecer o carisma: As palavras, como se diz, leva-as o vento. O que fica é o tomo e a linguagem corporal, dado que estudos referem que as palavras valem apenas 7%. Por isso, ria e sorria, gesticule e module a voz!
  • Atenção ao ambiente: A forma como as coisas se dispoem, quer seja em casa, quer no escritório, bem como as pessoas com quem se está, têm um impacto muito significativo. O mundo que nos rodeia determina muito do que somos…
  • Viva uma vida interessante: Se queremos saber coisas interessantes, primeiro temos que ler, ver e pensar sobre essas coisas. Estar com pessoas interessantes ajuda muito! O contrário é igualmente verdade…

O artigo da Time tem ainda excelentes apontadores. Vale a pena ler!

Dilbert

Dilbert e pessoas interessantes…

Aquecer o chão de uma pista de aviação

Geoaquecimento

Geoaquecimento

Quando fui visitar a Lisbon Mini Makers Faire vi muita coisa que ainda não era um produto pronto, mas que eram excelentes ideias. Uma das coisas que vi foi a ideia de reutilizar o calor da profundezas da terra para aquecer o pavimento à superfície.

O projeto HotRoad.ht, ao contrário do aquecimento geotermal, tenta usar algo que tem sido usado nalgumas casas para partilhar o frio da superfície com as profundezas do nosso planeta. A proposta dos seus autores é que esta ideia irá permitir reduzir o gelo na superfície da placa dos aeroportos reduzindo assim substancialmente o consumo de combustíveis dos geradores com que é feito atualmente.

A ideia parece interessante, mas o produto final apresenta-se ainda muito pouco trabalhado, como podem ver quer pela apresentação através de uma página no Facebook, quer pelo folheto que levaram para a feira e que está nas fotos que tirei. O negócio parece que poderá vir a ter pernas para andar, mas necessita de coisas como um estudo de mercado e um plano de comunicação. Parece-me que, pese embora tenha apreciado muito conhecer a ideia no Lisbon Mini Makers Faire, não seria este o lugar ideal para procurar apoios pois era uma espaço para entusiastas.

114º antimónio: do relatório da ERSAR e de uma ideia para derreter gelo nas pistas de aeroporto

Podcast do Poupar Melhor

Esta semana o A.Sousa entreteve-se a descobrir o que podemos tirar de útil do relatório de qualidade da água da ERSAR.

Terminámos a falar de uma invenção que estava no Lisbon Mini Makers Faire e que se propunha aquecer o pavimento de aterragem dos aeroportos para derreter o gelo por menos custos que os atuais geradores a gasóleo.

Podem aceder aqui à lista completa de episódios do Podcast. O Podcast do Poupar melhor está também no iTunes

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Segredos de ketchup

Já falamos como fazer ketchup. O ketchup é algo que aprecio muito! Mas, tal como a maionese, algumas vezes não é fácil lidar com ele. No frigorífico está sempre virado ao contrário, pronto para servir. Mas ainda assim, desafia muitas vezes a gravidade!

No vídeo abaixo podemos apreender um pouco mais porque ele se comporta assim. De um ponto de vista científico, o ketchup é um fluido não-newtoniano. É algo entre um líquido e um sólido, e por isso é que não gosta de sair do recipiente! Mas como verão no filme, a melhor forma de o fazer sair é agitá-lo antes de abrir a tampa, pois depois ele estará mais preparado para sair…

Como embarcar pessoas num avião?

Quando viajo num avião, o momento de embarque é sempre de algum stress! Idealmente, procurei reservar um bom lugar, ou então, se valer a pena, utilizei algum estratagema para ser promovido para executiva… Quando não havia lugares marcados, viajava sozinho, e até queria ser um dos primeiros a sair, esperava sentado no lounge, e embarcava no final. Quase sempre havia um lugarzinho jeitoso para mim!

As estratégias de embarque de pessoas num avião têm dado muitas voltas. A estratégia de não haver lugares marcados parece ter sido abandonada, como foi o caso recente da Ryanair. Embarcar por zonas ordenadas parece ser bastante comum. Assim como o dos lugares marcados, mas sem embarcar por zonas…

Qual a estratégia melhor? É daqueles problemas em que adoro pensar. Mas, como é costume, alguém resolveu esta questão de forma eloquente, utilizando o método científico (eg. hipótese, experiência, …). Foram os MythBusters, que temos referido repetidas vezes por aqui, e que podem ver abaixo. É delicioso observar os pormenores a que foram! Vale bem a pena ver para constatar quais os métodos mais rápidos (aleatório sem marcação de lugares), e quais aqueles que mais satisfazem os passageiros (eg. pirâmide inversa):

Robôs infante para educar as crianças

Robôs Infante

Robôs Infante

Este foi um dos inventos que vi no Lisbon Mini Makers Faire e que nos detiveram mais tempo. Os miúdos podiam brincar os dois, cada um com o seu robô e ao mesmo tempo estavam a treinar as suas capacidades lógicas.

Sobre os robôs e o interface gráfico de utilizador não há muito a dizer. As crianças programam cada passo que o robô dá na grelha num interface gráfico de utilizador que corre num normal browser de computador e que é servido a partir de um Raspberry Pi e os robôs, programados para uma placa já construida pelos seus autores, respondem aos comandos em pilha, seguindo por cima das linhas negras do chão as instruções que lhes são passadas.

Infelizmente, como outras coisas em Portugal, os robôs não passam do protótipo para a produção porque estão a aguardar licenças, taxas e taxinhas, mas também porque ninguém respeita calendários em Portugal e a campanha de media que lhes estava destinada ainda não viu a luz do dia. Gostava bastante que estes robôs aparecessem em breve para que servissem de oferta para as crianças cá de casa evoluírem ainda mais o seu gosto pela eletrónica.