Planeta mais Verde, mas não todo…

Fala-se muito de sustentabilidade nos dias que correm, mas uma das coisas que me faz mais confusão é o pouco esforço posto em medidas concretas! Fala-se muito, cobram-se muitos impostos, nomeadamente os novos associados à Fiscalidade Verde, mas acção, muito pouca…

No outro dia li com muito interesse um artigo que falava de um dos grandes desafios dos Chineses, a plantação de uma barreira de 100 mil milhões de árvores, que os proteja da poeira oriunda dos desertos do norte da China. E que talvez ajude também a combater a poluição. A boa notícia do artigo é que a estratégia parece estar a funcionar…

Ávido por saber um pouco mais sobre Portugal, deparei-me com esta notícia de uma organização científica da Austrália, que alegadamente refere que os desertos do Planeta estão a ficar mais verdes, imagine-se, devido a um aumento do dióxido de carbono na atmosfera. O aumento de vegetação entre 1982 e 2010 foi segundo o estudo de 11%. Mas eu cheguei ao artigo pela imagem, que se reproduz parcialmente abaixo para a Europa (original, de grandes dimensões, acessível neste link), e onde se constata que é no sul do País e de Espanha, bem como no norte de Marrocos, que mais vegetação está a desparecer…

Por isso, uma das minhas tarefas deste ano, para além de contribuir involuntariamente para a Fiscalidade Verde, vai ser fazer algo mais substancial, que é plantar umas árvores, e tratar delas, para que este pedacinho do planeta fique mais Verde…

variacao vegetacao 1982 2010

Variação de vegetação entre 1982 e 2010

130º dashboard: o das batatas fritas da McDonalds e do Dashoard de saúde do iPhone

Podcast do Poupar Melhor

Esta semana falamos de temas ligados à saúde. O A.Sousa andou a cuscar como são feitas e quantos ingredientes têm as batatas fritas da McDonalds. Fechamos a falar do Dashoard de saúde do iPhone e de como espero conseguir melhorar a minha saúde controlando-a com a sua ajuda.

Podem aceder aqui à lista completa de episódios do Podcast. O Podcast do Poupar melhor está também no iTunes

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Como são feitas as batatas fritas do McDonalds?

O McDonalds tem um canal no Youtube. Nesse canal costuma colocar videos sobre aspectos relacionados com os seus produtos. Esta semana, o vídeo sobre as batatas fritas da McDonalds, chamou-me a atenção…

No vídeo participa Grant Imahara, que participou anteriormente no Mythbusters. Ele percorre uma das fábricas de produção das batatas fritas, e uma das partes que gostei mais foi perceber como eles cortam as batatas fritas:

Apesar de ligeiramente condescendente, no vídeo seguinte ele revela que para além de batatas, há mais 18 outros ingredientes nas batatas fritas da McDonalds. Alguns desses ingredientes têm uns nomes feios e umas proveniências duvidosas. Parece que tudo é por uma boa causa, mas da próxima vez que comer, não me vou conseguir esquecer de alguns destes ingredientes:

Base de Dados de Contas Bancárias

No início deste ano de 2015, o Banco de Portugal disponibilizou uma nova e interessante funcionalidade: a possibilidade de consultar todas as contas bancárias de que dispomos no sistema financeiro português.

O acesso à Base de Dados de Contas está dependente de autenticação válida, sendo possível efectuar essa autenticação com o Cartão de Cidadão (no caso de pessoas singulares) ou das credenciais disponibilizadas pela Administração Fiscal para o acesso ao Portal das Finanças (no caso de pessoas coletivas e também pessoas singulares).

O resultado do processo é um PDF com a lista com as nossas contas, que podem ser à ordem, a prazo, de instrumentos financeiros, etc. A lista está organizada por Banco, e tem informação como quando foi constituída, e se está encerrada. Refere igualmente se somos titulares ou se estamos apenas autorizados a movimentá-la.

Segundo as Perguntas Frequentes, esta Base de Dados tem como principal objectivo “a transmissão de informação pelo Banco de Portugal sobre a identificação das contas e dos seus intervenientes  às autoridades judiciárias no âmbito de um processo penal, ao Procurador-Geral da República, ou a quem exerça as respetivas competências por delegação, e à Unidade de Informação Financeira“. A sensibilidade da informação exposta é muito grande, pelo que é importante que tenha cuidado com as passwords ou os outros meios de autenticação que o Estado põe à sua disposição…

Carrot: a aplicação do iPhone que nos insulta

MeetCarrot.com tem um conceito de apoio à melhoria da nossa forma física… diferente. Desde que ligam uma das aplicações que ela nos começa a insultar de “saco de carne” ou “pessoa inchada”. Fui à procura desta aplicação porque estou um bocadinho para o gordito… É de estar sentado a escrever o dia todo e não fazer exercício, mas continuar a comer como se fosse carregar a mobília.

Se estão como eu naquela idade em que todo as despesas de saúde em que irão incorrer têm a ver com tudo o que já fizeram no passado, então ponderem a possibilidade de transformarem em jogos as coisas mais chatas da vossa vida. Pessoalmente não gosto muito de exercícios. Correr no mesmo sitio é coisa para ratos na jaula e aulas de “Body Pump” é falsa arte marcial para quem gosta de se ver ao espelho.

Quem desenvolveu estas aplicações percebeu a necessidade que o ser humano tem de ser aceite socialmente. A aplicação que estou a usar permite-me registar as calorias consumidas pelo nome daquilo que como, insultando-me a cada registo por “estar a encher-me” ou “lá vai ele inchar”, e oferecendo-se para partilhar tudo na Internet. A aplicação partilha os meus registos com o novo Health da Apple onde depois posso ir consultar os gráficos com a evolução do meu esforço.

Androids condenados?

android perigoNo outro dia referenciamos os problemas de segurança envolvendo os MacBook, e ainda ontem referenciamos outros problemas de segurança envolvendo os computadores genéricos, através da porta USB.

Hoje continuamos na mesma onda, mas desta vez vamos falar de telemóveis. Os telemóveis são autênticos computadores, mas com muitos buracos, muitos dos quais ainda nem sequer temos conhecimento…

Há alguns dias, um artigo associado ao Metasploit revelou que a Google se está a marimbar para as versões mais antigas do Android, as versões anteriores à 4.4 (“KitKat”), e que não efectuará upgrades a vulnerabilidades recentemente descobertas e à solta na Internet…

O principal problema está no facto de que 60% dos telemóveis Android estão a um passo de serem tomados por sites que enviem código malicioso para os seus visitantes!

Uma forma de evitar estes ataques é mudar o browser que vem por defeito no Android pelo Chrome ou Firefox. Há outros por onde escolher. Depois, é só seleccionar o default browser, até porque o Webview, o componente que está a dar estes problemas, pode ser utilizado por apps…