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Criar um disco externo USB a partir de uma imagem no OSX

Para instalar o OSMC ou correr uma Distro como o Ubuntu (Distro – Distribuição Gnu/Linux) de um disco externo é necessário copiar para lá uma imagem de um disco.

As imagens de disco são obtidas nas próprias origens dos sistemas que queremos instalar. Até há software para ajudar a instalar essas imagens, quer se trate do OSMC, do Ubuntu ou outra imagem de distros mais conhecidas.

O problema é que na atual versão do OSX isto tudo parece falhar catastroficamente no final do processo. Os softwares de instalação de imagem insistem em montar o disco no final do processo e o disco nunca fica terminado em condições.

Para resolver a questão, recorri ao forum do Ubuntu. A solução passa por utilizar a linha de comandos da Terminal app do OSX para copiar a imagem para o disco externo USB, o que transcrevo abaixo, traduzido e com algumas adaptações:

Este procedimento irá primeiro converter uma imagem de disco do formato .iso para .img e alterar o sistema de ficheiros no disco externo USB para um disco de arranque (bootable).

Tip: No OSX podem arrastar um ficheiro do Finder para o Terminal para que o caminho do ficheiro seja introduzido no comando.

Seguem-se as instruções:

  1. Fazer download do Ubuntu Desktop
  2. Abrir o Terminal em /Applications/Utilities/ no Launcher;
  3. Converter o ficheiro .iso para .img com o seguinte comando (o caminho para o ficheiro de entrada e saída têm de ser vocês a introduzir, substituindo os exemplos) :
    hdiutil convert -format UDRW ~/path/to/ubuntu-download.iso -o ~/path/to/ubuntu.img
  4. O OS X coloca a extenção .dmg no ficheiro de saída. Convém alterarem isso depois.
  5. Executar o comando diskutil list no Terminal para obter uma lista dos devices ligados ao sistema;
  6. Insirir o disco externo USB (ou de outro tipo);
  7. Executar o comando diskutil list no Terminal de novo para identificar o nome atribuido ao disco externo (Ex: /dev/disk2)
  8. Executar o comando diskutil unmountDisk /dev/diskN no Terminal substituindo  N pelo número que foi atribuido ao disco externo
  9. Executar o comando abaixo no Terminal, substituindo /path/to/ubuntu.img pelo caminho onde a imagem da instrução no ponto 3 ficou.
    sudo dd if=/path/to/ubuntu.img of=/dev/rdiskN bs=1m

    • Ao utilizadr o caminho /dev/rdisk em lugar do /dev/disk pode aumentar a velocidade de cópia;
    • Se virem um erro dd: Invalid number '1m', estão a usar o GNU dd. No comando substituam bs=1m por bs=1M.
    • Se virem o erro dd:/devdiskN: Resource busy, garantam que o disco não está em uso. Usem a Disk Utility.app usem o comando unmount (não usem o eject).
  10. Executar diskutil eject /dev/diskN e remover o disco externo quando o comando completar.
  11. Reiniciar o Mac carregando na tecla press Alt/Option.
  12. Escolher o disco externo para iniciar com a imagem criada.

No caso da instalação da imagem do OSMC num disco externo, não façam as instruções 10 e 11. Peguem no disco criado e coloquem-no diretamente no vosso Raspberry Pi.

Apreender uma linguagem de programação

Apreender uma linguagem de programação é algo que pode ser muito simples ou muito complexo. No meu caso começou com um Spectrum há muito tempo atrás. Com livros que arranjava aqui e acolá. Tal como eu, muitos tiram um curso superior onde nos ensinam mais umas quantas linguagens…

Ao longo da vida, normalmente aprendemos mais algumas. A mim tocou-me Lua recentemente… E porque sou daqueles que não tem nada contra um bom GOTO (há outros como eu), andava desesperado por perceber como podia programar determinada sequência em Lua. Até que descobri uma página que nos ensina como fazer GOTOs, ou coisas parecidas, num conjunto enorme de linguagens.

O site Rosetta Code é realmente uma maravilha, porque nos ensina a implementar um conjunto de funcionalidades/algoritmos num universo de mais de 600 linguagens de programação… Perdi-me durante uns minutos, mas foram uns minutos bem perdidos! Em particular na página dos sites semelhantes, de onde destaco o site Learn X in Y minutes. Era aqui que eu devia ter começado quando comecei a necessitar de Lua…

Limpar o interior do ecrã do iMac

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Nuvem no ecrã do iMac

Na minha família, alguns de nós somos como aqueles médicos que não podem ir a nenhuma festa sem ter de olhar para uma verruga sobre a qual alguém quer uma segunda opinião. No nosso caso, em lugar de verrugas, temos de resolver alguma charada num computador.

Na imagem em cima, a nuvem escura que se vê é do canto superior do iMac mid 2010 de alguém quem devo muito: a minha mãe. O ecrã apresenta aquela mancha há muito tempo, mas desta vez tive tempo de olhar para o iMac com atenção.

Uma pesquisa no Goolgle levou-me a pensar que tudo estava perdido no inicio. Os fóruns da Apple referem este problema, mas a solução apresentada andava sempre em torno de substituir a peça. Substituir o ecrã custaria um valor apróximado de €200,00 ou mais.

Decidi pesquisar mais um pouco e descobri que, afinal, o problema da nuvem no ecrã, não era eletrónico, mas sim um problema de pó entre duas peças do LCD. Essas duas peças tinham pó. As instruções de limpeza encontram-se na web em vídeo e noutros formatos.

Seguindo as instruções, improvisando alguns passos, substituindo noutros os adesivos metálicos e de isolamento do iMac por outros novos, o resultado pode agora ver-se em baixo. Não ficou perfeito, mas ficou muito melhor.

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Ecrã iMac depois de limpar a nuvem de pó

Se tiverem o mesmo problema, escolham primeiro as instruções que correspondem exatamente ao ecrã que querem limpar. Digo isto porque dá sempre jeito não tirar mais peças que as necessárias.

Temperaturas num portátil

O meu portátil anda recentemente a aquecer um pouco mais que o que era habitual. É perceptível pelo calor que atinge as mãos. Nesse sentido, resolvi meter mãos à obra, até porque não tendo já uma grande potência, ainda me serve perfeitamente.

O primeiro passo foi arranjar um software que monitorizasse a evolução das temperaturas. No passado, em Windows, usei muito o Speedfan, mas não me satisfazia, sobretudo os gráficos. Experimentei um ou outro software adicional, até instalar e usar definitivamente o MSI Afterburner. Muito utilizado no contexto do overclocking, tem também muita informação sobre o hardware.

Neste primeiro gráfico abaixo, podemos ver um cenário em que o portátil está quentinho, atingindo a temperatura do CPU os 80ºC. Como podem observar, as temperaturas estão constantemente acima dos 70º, tocando brevemente em valores próximos aos 80ºC:

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Temperaturas elevadas no processador

Apenas no arranque se nota alguma diferença. Como podem ver na imagem abaixo, depois de um resume, a temperatura é sigificativamente inferior. Ainda assim, começa a subir rapidamente depois de reiniciado:

Temperatura depois de Suspend

Temperatura depois de Suspend

Os passos seguintes passam por fazer diminuir a temperatura. Já aspirei o lixo, que não era quase nenhum. Agora, vai ser abrir o portátil com muito jeitinho, e provavelmente colocar um pouco da massa térmica, já que o portátil está a fazer quase cinco aninhos…

Botão Google Scholar para o Firefox

Botão Google Scholar para Firefox

Botão Google Scholar para Firefox

O Google Scholar tem um novo botão no Firefox que quer facilitar a vida a todos aqueles que têm de trabalhar com referências bibliográficas. Quem ande por estes dias a fazer pesquisas no Google Scholar com o Firefox, vai ser-lhe oferecida a instalação de um botão para o Firefox que facilita a vida para encontrar as referências sobre os temas que estão a tratar.

Depois de instalado, podem fazer o que já faziam no site Google Scholar como por exemplo formatar a citação para inserir no trabalho ou importar o resultado diretamente para uma ferramenta de gestão de referências bibliográficas.

Quais os CPUs mais potentes?

De vez em quando, mais em termos profissionais, tenho que decidir pela compra de equipamento informático. São muitas as variedades dos vários componentes, e mesmo para quem trabalha na área, pode ser difícil avaliar as características.

Em termos de CPUs, basta uma pesquisa por um determinado CPU no Google para encontrar uma ligação à página do CPU Benchmarks. No caso do CPU do meu portátil, dá informações de como se compara em termos da capacidade de processamento, bem como do rácio em termos de preço:

O meu processador

O meu processador

Este não é um bom exemplo, pois já é um processador datado. Em qualquer caso, faço um balanço entre os dois gráficos, na procura de um bom compromisso entre a capacidade de processamento e o seu preço.

Mas, se estivermos apenas interessados na capacidade do CPU, podemos ver esta outra página, que dá conta dos mais potentes. Como é bom de ver, o meu CPU já fica a anos-luz dos melhores actuais:

Actuais CPUs topo de gama

Actuais CPUs topo de gama