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Perigo das apps

Não deixe o seu Android engripar

Não deixe o seu Android engripar

As apps que descarregamos para os nossos telemóveis têm, por vezes, funcionalidades para além daquilo que esperamos. O problema começa quando essas funcionalidades nos são prejudiciais, estilo vírus de computador, só que agora vírus de telemóvel. E podem ser prejudiciais de tantas formas!

No início deste mês, foi detectada que uma app de Android, designada de “Monopoly Gratis”, desenvolvida por um tal Jonytech, enviava SMS de valor acrescentado! Neste caso, o Google alertava claramente para o problema, referenciando que o utilizador poderia incorrer em custos inesperados, que os seus SMSs podiam ser lidos, editados e mesmo apagados! A app já não está disponível, mas no momento em que foi descoberta, já mais de 1000 utilizadores a tinham descarregado!

A coisa torna-se ainda mais feia quando se descobriu o mês passado um SDK de malware, inserido em apps que foram descarregadas no mínimo umas 9 milhões de vezes, e que estavam lá pelo menos desde Junho passado!

Da próxima vez que descarregar uma app, mesmo que gratuita, verifique que permissões ela lhe está a pedir. E se a app é para um jogo simples, desconfie muito se ela lhe pedir para enviar SMS, ou outras coisas sem sentido! E não instale!!!

Crie uma consola com um computador e alguns smartphones

Super Sync Sports da Google

Super Sync Sports da Google

Se estiverem entediados com os amigos e quiserem rapidamente gerar uma consola multi-jogadores, juntem o Chrome dos Smartphone dos amigos que estejam na mesma rede WiFi com o Chrome num computador e desfrutem de uma olimpíadas de dar ao dedo.

A Google tem alguns dos nossos sítios preferidos da Internet por tudo o que está a mudar em torno da forma como a própria Google se coloca no mercado.

Há algum tempo que se fala de como a Google quer ter uma consola de jogos, que o Android era na realidade um sistema operativo para câmaras fotográficas, mas a Google tem mais ideias e está sempre a testá-las. Com o Super Sync Sports da Google estamos mais próximos de ver o que uma consola de jogos aliada a um smartphone pode dar-nos.

 

SMS ou mensagens pela Internet

A smiley-face emoticon.

A smiley-face emoticon

Entre os telemóveis atuais a que chamamos Smartphones, há cada vez mais equipamentos com o acesso à Internet constantemente ligada. A Apple sabia disso quando começou a implementar no iOS uma série de funcionalidades que não fazem qualquer sentido sem a Internet. A Google também sabe disso e por isso o Android é quase totalmente dependente de estarmos online.

O meu pacote de dados e voz trás associado um tarifário de SMS muito ingrato porque cobra-me o mesmo por um SMS que me cobraria por um minuto de conversação. Como tenho um pacote de minutos, se envio muitos SMS, o resultado é óbvio.

Os requisitos para substituir o SMS eram:

  • Rápido de utilizar;
  • Com baixo consumo de dados e processamento;
  • Com pouca informação fora da mensagem a receber/enviar.

Procurei várias soluções para substituir os SMS, mas fui abandonando sempre as experiências que fazia porque nada cumpria os requisitos:

  • No email nem tudo o que lá chega são mensagens curtas e a quantidade de lixo que acabamos por acumular torna a sua gestão complicada como meio de envio e receção de mensagens curtas;
  • O Viber, um cliente que permite a conversação de voz sobre a Internet. Permite também mensagens, mas o consumo de dados e energia para o manter ligado tirou-me do sério;
  • O Skype desde que se ligou ao Facebook e ao Windows serve-me apenas para gravar o Podcast do Poupar Melhor e falar com os poucos resitentes que ainda o usam.

Optei por usar o DM (Direct Message) do Twitter porque o seu cliente impede os testamentos ao obrigar que a mensagem tenha o máximo de 150 caracteres e o consumo de dados é substancialmente inferior ao das outras opções. O Twitter tem uma outra vantagem: os emoticons não são substituídos por bonecos.

Cientistas transformam iPhone em Microscópio por $8 para diagnosticar infeções parasitárias em crianças africanas

iPhone transformado em microscópio

iPhone transformado em microscópio

 

O site Newswise tem um artigo a descrever como Cientistas transforma iPhone em Microscope por $8 para to diagnosticar infeção parasitária nas crianças africanas.

O sucesso do hack é variável consoante o tipo de infeção:

Segundo o autor, qualquer outro telefone com a mesma capacidade de zoom e possibilidade de lhe juntar o vidro com adesivo de dupla face teria resultado.

Cache no Google Maps do Android

Cache de Madrid num Android

Cache de Madrid num Android

A utilização do Google Maps, em Android, tem tipicamente o problema de necessitar de uma ligação à Internet para permitir a visualização dos mapas. O problema é quando se vai para um local sem cobertura Internet, ou em que ela é excessivamente cara, seja por limitação de tráfego, ou sobretudo em cenários de roaming.

Para contornar esse problema, o Google Maps já permite há algum tempo efectuar caching dos mapas. Existe sempre a possibilidade de “navegarmos” pelos locais onde iremos estar, sendo que o Google Maps faz caching, isto é, armazena os mapas para utilização futura. Para isto funcionar, é necessário que nas definições “Settings->Cache” esteja activo o “Automatic caching”. Adicionalmente, o meu tenho-o configurado para efectuar caching apens com Wifi, sendo que o caching só acontece quando o equipamento está a carregar.

Mas este processo manual pode ser melhorado. Em “Settings->Labs” seleccione “Precache map area”, e depois já no mapa, pressione durante dois segundos o centro do local donde pretende efectuar cache, e depois nas opções, seleccione a opção “Precache map area”. O mapa será carregado assim para o equipamento Android, sendo a área guardada marcada por um quadrado, como se pode ver na imagem, para poder ser utilizado posteriormente.

Note-se que estes mapas não podem ser utilizados, infelizmente ainda, para efeitos de navegação. Há relatos de que desaparecem após algum tempo, e eu próprio já notei alguns desaparecimentos, que voltaram depois de um reboot… As diferentes versões de Android que experimentei evidenciaram também diferenças de comportamento, pelo que no seu equipamento poderá notar diferenças… Em qualquer caso, eu pessoalmente utilizo cada vez menos o meu Tomtom, especialmente porque a actualização de mapas custa dinheiro…

Controle o consumo de dados no telémovel sem deixar de os usar

Dataman pro

Dataman pro

Quando me deparei com um valor injustificado na minha conta de telefone móvel, decidi fazer medições de consumos e análise de faturas passadas, mas vocês já sabem o resultado. Com os dados novamente controlados e nada de alarmante na app ou nos registos diários no prestador, o comportamento da conta do iPhone está controlada.

Para controlar os consumos, comprei uma app parao iPhone. O tipo de resultados foi muito esclarecedor quanto ao funcionamento do iOS como sistema operativo, mas também quanto ao consumo de dados das app.

O consumo de cada app tem mais a ver com o meu uso efetivo ou o seu comportamento quando não a estamos a usar e por isso não se pode dizer que uma esteja a fazer um consumo indevido. Se observarem a amostra na imagem podem ver que para um mês o consumo de dados é bastante controlado na coluna da esquerda. Estes são os dados que interessam para o pacote do operador de comunicações móveis.

Na imagem, a coluna da direita, onde os números são maiores, é o consumo de dados em WiFi, o que está bem para o meu pacote de dados de casa. As comunicações de dados fora do valor estipulado pelo meu contrato estão por isso mais que controladas.

A app que estou a usar para controlar os meus consumos de Internet no iPhone infelizmente deixou de ser vendida para o iPhone. Deparei-me com este facto quando estava a escrever este post. Passou a existir uma com menos funcionalidades.  Aquela que estou a usar agora passou a existir, mas só para o iPad.

Das funcionalidades que a app perdeu, é de destacar o controlo a 3 níveis de consumo: diário, semanal e mensal. Estes alarmes de uso são configuráveis de acordo com o consumo previsto no pacote adquirido junto do operador.